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Com enorme alegria, mas além da alegria é com profunda honra.

Conexão Brasil / África e África / Brasil.



"Africanizar a democracia" Celso Salles




De fato e verdade, falar da grande mãe África, além de enorme responsabilidade é sobretudo retornar ao berço da civilização, falar desta mãe é dizer que sua história não inicia com a escravidão de seus filhos, mas que a ganância humana da Europa interrompe sua evolução a fim de se enriquecer. Porém em uma outra perceptiva a Europa não apenas sequestra, rouba, mata, e violenta os filhos (as) da África como ela também aprende como se tornar uma civilização (ou) pelo menos em tese deveria ter aprendida. Mas está evidente que muito pouco aprendeu de como ser uma civilização. Desta maneira emerge com enorme urgência a necessidade de pretos e pretas se organizarem politicamente, longe das tradicionais ideologias partidárias, mas sobre uma bandeira que compreenda a unidade do povo preto, que traga ao epicentro da construção e diálogo conceitos, princípios e valores da verdadeira civilização africana. Está urgência em africanizar a democracia (parafraseando Celso Salles) cria a ponte entre a construção política partidária e o escritor, ativista social Celso Salles. Como ativista social, Celso tem a sensibilidade a flor da pele, uma enorme vontade de ajudar o próximo, como escritor um faro brilhante para perceber o sentimento do outro, desta maneira Celso Salles quando conhece a construção se encanta, imediatamente lança o Partido de Expressão Popular no seu quarto (4º) livro “Quem Planta Tâmaras, Não Colhe Tâmaras” desta maneira o PEP é apresentado para mais de 10 países do continente africano, e para alguns países da Europa. Exatamente por isso, Celso Salles se torna o padrinho, mas também o representante internacional e articulador político internacional do Partido de Expressão Popular.


O Partido de Expressão Popular está para além de apenas uma organização política, segundo seu idealizador Ronaldo Arruda, o PEP é uma poderosa ferramenta de emancipação de um povo, uma ferramenta oriunda dos saberes, princípios e valores da mãe África; que traz a esperança de um novo oásis aos filhos e filhas da mãe África na diáspora.

É chegado o momento de pretos no ocidente, mas também em todo o mundo se levantar como uma grande nação, como um grande povo da diáspora, não somente para reconstruirmos este país (Brasil) mas também para que possamos como um "grande povo" ajudarmos de forma unificada a liberdade da nossa pátria.




"Todo Negro é um cidadão africano. Antes de sermos americanos ou índios ocidentais nós fomos cidadãos africanos. O negro nunca nasceu originalmente na América nem nas Índias Ocidentais, o Negro nasceu originalmente em África. De onde pensas que veio os seus ancestrais? Geórgia? Não! Ele vieram de Serra Leoa, do Oeste da África. Pode recordar-se do tempo em que seus ancestrais pediram seus papeis de nacionalização neste país? Teus avós nunca obtiveram os papais de nacionalização porque eles foram cidadãos africanos. E aqui, nós seguimos sendo primeiro que tudo, cidadãos africanos”. Marcus Mosiah Garvey
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