Nossas Heroínas e Heróis   

Não estamos aqui reinventando a roda, mas não podemos esquecer todas e todos que nós antecederam na luta pela liberdade. Por isso só estamos hoje aqui porque ouve uma enorme luta e contribuição de mentes e mãos negras/pretas de mulheres e homens onde aqui prestamos nossas homenagens.  

Marcus Mosiah Garvey

Marcus Mosiah Garvey (Saint Ann's BayJamaica17 de agosto de 1887 – Londres10 de junho de 1940) foi um ativista político, editor, jornalista, empresário e comunicador jamaicano. Foi fundador e primeiro presidente da Associação Universal para o Progresso Negro e Liga das Comunidades Africanas (UNIA, no acrônimo em inglês), organização através da qual se autoproclamou "presidente provisório da África". Ideologicamente vinculado ao nacionalismo negro e ao pan-africanismo.

Marcus Garvey, Jamaican Black Nationalis
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Clenora F. Hudson-Weems

"Mulherismo africana" é um termo cunhado por Clenora Hudson-Weems[1] no final da década de 1980, pretendido como uma ideologia que se aplica a todas as mulheres afro-descendentes. Baseia-se na cultura africana e no afrocentrismo e concentra-se nas experiências, lutas, necessidades e desejos das mulheres da diáspora africana; se distingue do feminismo ou do mulherismo de Alice Walker. O mulherismo africana presta mais atenção e dá mais enfoque às realidades e injustiças da sociedade em relação à raça.[2] O mulherismo africana é voltado para ser absolutamente centrado na África; mesmo no nome, a África está no centro e na cosmologia africana, nommo é a denominação adequada de uma coisa que se chama à existência.

Você conhece o

Pan-africanismo?

Mulherismo Africana: proposta enquanto equilíbrio

vital a comunidade preta.

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Nossas Inspirações

O rosto de cada mulher, cada homem, cada mente e pensamento deles são para nós africanas e africanos da diáspora inspiração para está construção, entendemos isso e a partir disto nós movemos em busca da emancipação. Não queremos mais sonhar, nem aceitaremos migalhas deste sistema, hoje queremos liberdade e só queremos a liberdade, porque até hoje não a temos.